domingo, 2 de junho de 2013

Entrando no mês de Junho e com ele o Forró



 



Já estamos entrando no mês junho, mês de São João, e com isso, está na hora de aprender a dançar um forrozinho e fazer bonito nas festas de arrasta-pé.
Todos os anos, quando esta chegando período de junino o forró começa a aparecer, na imprensa, às academias e salões de danças ficam cheias e todo parece querer lembrar-se de como esse ritmo é delicioso.
Xote, xaxado, pé-de-serra, coco, forró universitário e eletrônico. Se perder nos nomes é fácil, e até se confundir nos ritmos, pois, são muitos. Sob a herança do baião, jeito de tocar criado pelo sanfoneiro pernambucano Luiz Gonzaga, quem curte um bom forró avisa aos novatos que em tempos de festa junina, não tem por que se intimidar: são dois para lá e dois para cá.

Dançar forro é fácil é só prestar atenção na cadência do instrumento. Você começa tímido, olha um pouco os outros e vá para a pista. Pode deixar que não vá fazer feio, pois, a música coordena os ritmos.

Com um pouco de treino, o moço que na dança recebe o nome de cavalheiro e a responsabilidade de guiar a parceira resolve que é hora de dar uns giros, fazer umas firulas para sair do básico. Nas aulas de forro se aprende a fazer passos bonitos, alguns truques, como pisar no lugar certo, a rodar para o lado certo essas coisas. O ideal é começar pelo xote, ritmo dançado ao som de zabumba, triângulo e sanfona.
As marcações, mais lentas, exigem os básicos dois para lá, dois para cá.

O forró universitário, que acrescenta contrabaixo e violão aos instrumentos tradicionais, também cai, como uma luva para iniciantes, e evolui para passos para frente e para trás. Dali, você pode tentar o giro mantendo o mesmo estilo de passadas e, com um pouco mais de prática, pode tentar as populares batidas de cintura.

Quem já conhece o básico pode atrever-se em outros estilos. Não é feio dançar com seu par de um jeito quando a música, por tradição, pede outra forma de condução. O baião, por exemplo, também tem passo quartanário, com dois para lá, dois para cá.
A diferença está na cadência musical, que demanda uma passada mais rápida que a outra. Com um ouvido atento acompanhando a banda, isso sai naturalmente.

Nas festas juninas, valem as mesmas regras do salão. Dançar sempre com o mesmo parceiro é bobeira. A etiqueta permite trocas ao começo de cada música. Se a dupla tiver boa química, vale segurar o parceiro um pouco mais, mas nunca a noite inteira.

No baile de arrasta-pé, o segredo é dar adeus à timidez. Aprenda a ter ritmo e os passos básicos numa academia, freqüente muitos forrós e observe muito. O estilo dançado nas festas do Centro-Oeste e do Sudeste descende do forró de Itaúnas (ES), cuja regra principal é o sentimento. Os dois ficam bem grudados, sem rebolar. As vezes, há leves movimentos do quadril dela com a cintura parada. Se for um xote, fica de olhos fechados e bem juntinhos. Uma cena romântica e sensual ao mesmo tempo.

Entrando em junho, deve-se ficar atento às quermesses, que já começam a ocorrer em igrejas e escolas. Nesses eventos, o ritmo comumente tocado ao vivo é o arrasta-pé, que embala as quadrilhas. Mas com a popularização de ritmos híbridos, forro universitário também podem aparecer sob as batutas dois Djs. No eletrônico, de bandas como Calcinha Preta e Mastruz com Leite, é permitido rebolar e fazer passos extravagantes. Quem dança esse estilo tem o hábito de fazer um passo tremido, requebrando rapidamente os quadris.
 
Passos básicos do Forró
1- Para o passo básico frontal, o cavalheiro dá um passo à frente com a perna esquerda e conduz firmemente com a mão esquerda, que segura à mão da parceira.

2- Após pisar à frente com o pé esquerdo, ele volta para trás. A condução deve ser firme com a mão direita, nas costas da parceira, que acompanha o passo com a perna direita.

3 – Agora é a vez de o pé direito do cavalheiro ir para trás, sempre acompanhado pelo passo da parceira.

4 - O pé direito do homem retorna a frente e, logo após, o casal retorna à primeira posição. Recomeça o passo básico.

DICAS:
Trocar de parceiro é essencial. Homens que dançam sempre com a mesma parceira perdem a chance de melhorar a forma de guiar. Já as mulheres, adquirem vícios de condução.

Os rapazes devem segurar com firmeza na cintura da parceira, mas nunca enrijecer a condução.

As melhores dançarinas são aquelas que se deixam levar. Dama que assume a condução dos passos induz o parceiro ao erro e perde em leveza.

Quando o passo exige distanciamento, como giros, a troca de olhares é o charme que não pode faltar e aumenta a confiança do casal.

O forro é mais ou menos isso. E ai, quem vai arriscar uns passinhos?
Helena Emilia.
 

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