sexta-feira, 28 de junho de 2013

Te Amo





















O amor que sinto por ti é tudo o que carrego dentro de mim; És a razão que me faz lutar e me faz querer ser sempre melhor e chegar mais além.
Amo-te! És a minha fonte de inspiração que nunca seca. És todas as palavras que morrem ao cair no papel.

Qual o segredo da chave que abre o coração?



















Qual o segredo da chave que abre o coração?

O segredo esta na simplicidade do teu olhar que me negas
Nas palavras que ficaram por trás do que descortina as janelas
Esta escondida no azul supremo das asas de um anjo que voa em vão
Na tua fala e no coração quando me escondes o medo da solidão...

Porque só para ti o meu coração quer bater?













Porque só para ti o meu coração quer bater?

As batidas do coração que em soluço perde o vulto da razão
Bate e rebate a cada segundo bombeando um amor no coração
Um amor mais amado e sentido dentro de mim sem fôlego
Que buscando nas estrelas o brilho intenso e o olhar em fogo...

Eu quero ser teu sol, quero ser teu ar, sua respiração...
A fonte desse amor veio do seu olhar direto pro meu coração.
Inesquecível foi o seu olhar, meu coração só quer você pra amar
Imprevisível seu jeito de ser, eu sem você não da pra imaginar

Helena Emília.

domingo, 16 de junho de 2013

A evolução da Música Sertaneja













Assim como tudo neste mundo se evolui a música também tem a sua evolução, e com isto tem tido muita polêmica a respeito. A música sertaneja passa por ciclos e estamos vendo exemplos do primeiro ciclo.

Artistas do primeiro ciclo que a meu ver, que mais influenciaram os artistas que os sucederam. Na verdade é um rol dos artistas cuja contribuição para a música sertaneja foi mais significativa, a ponto de traçar os moldes do segmento a partir do momento em que estes se consagraram ou surgiram para o Brasil. Ao invés de colocar na ordem de importância colocarei na ordem cronológica assim facilita compreensão.

Cornélio Pires:
Qual a importância desse cara? Ora, foi ele quem trouxe a música sertaneja para os ouvidos de uma parcela maior do povo brasileiro. Foi ele quem deu o pontapé inicial para a popularização do estilo, isso nos anos 10 do século passado. 100 anos atrás. Ele quem ajudou a popularizar artistas como Raul Torres & Florêncio e outros da mesma época, deixando o caminho aberto para o surgimento de novos artistas.

Tonico e Tinoco:
A primeira mega dupla sertaneja. Não há artista dos anos 60 pra cá que não se digam influenciados por estes dois. Surgiram para o Brasil em 1944, mas se consagraram em 1946, com o sucesso da música Chico Mineiro. A popularidade era tamanha que em 1970 chegaram a estrear um espetáculo junto com a Rita Lee. O show, batizado de Nhô Look, foi realizado naquele ano na Fenit, na capital paulista.

Chitãozinho e Xororó:
A dupla mais importante da história da música sertaneja. Muitos dizem que Tonico & Tinoco são os mais importantes, mas Chitãozinho & Xororó é que são. Ora, foram os primeiros a vender um milhão de cópias de um único disco, isso em 1983.

Foram os primeiros a tocar em rádio FM, sendo que até então só as AMS tocavam música sertaneja. Não há quem conteste sua contribuição. Influenciaram toda uma geração seguinte, que veio arrebentando para, a partir dos anos 90, mudarem completamente o panorama do segmento.

Uma dupla que influenciou muito o Chitãozinho e Xororó foi Jacó e Jacózinho.

Leandro & Leonardo / Zezé di Camargo & Luciano:
Eu não consigo separar as duas duplas quando o assunto é essa contribuição para a música sertaneja e essa influência nas gerações futuras. Eles foram o exemplo maior dessa explosão sertaneja que se deu a partir do início dos anos 90.

A urbanização definitiva do estilo, com o sucesso estrondoso nos grandes centros. Só Leandro & Leonardo chegaram a vender mais de 20 milhões de cópias com apenas nove discos lançados.

Zezé di Camargo & Luciano lotaram as salas de cinema do Brasil com um filme que contava sua história. Talvez Zezé di Camargo & Luciano tenham influenciado mais as novas gerações em questão de estilo do que Leandro & Leonardo. Mas os números alcançados pelas duas duplas não nos permitem separá-los num ranking desse tipo.

Essas duas duplas receberam também alguma influência de Milionário e Zé Rico.

Bruno & Marrone:
Foram eles que quebraram a hegemonia de uma trinca de duplas que durou mais de 10 anos. Foram eles que mostraram para as duplas sertanejas do Brasil que era possível sim se sobressair perante um mercado monopolizado.

Eles foram à prova de que o povão já estava de saco-cheio dos mesmos artistas, o mesmo método de trabalho, o mesmo estilo. Eles trouxeram algo novo. Tanto no estilo vocal quanto no modo de tocar música sertaneja.

As mega-produções deram espaço para produções mais modestas e nem por isso piores. Muito pelo contrário. Toda essa geração que hoje aí está conseguiu destaque devido a essa quebra de paradigma. Bruno & Marrone abriram espaço para os novos.
Talvez vocês podem estar se perguntando onde fica a dupla o Milionário & José Rico e o Tião Carreiro nessa seqüencia? Mas o fato é que esses artistas mencionados acima influenciaram mais os sucessores que as duplas cuja ausência vocês podem vir a questionar.

Milionário & José Rico, por exemplo, venderam horrores, mas sua influência não foi tão grande quanto à das duplas e artistas mencionados. Assim como Tião Carreiro, que inovou tanto no jeito de tocar viola quanto no de cantar. Mas esse estilo que ele criou não foi o que influenciou as gerações seguintes.

Ele era único, claro, mas dentre os artistas que o sucederam, pouquíssimos se valeram abertamente de sua influência. Se assim o fosse, o pagode de viola e o jeito grave de cantar teriam dominado o mercado.

Mas nós temos também o Capitão Furtado, Tedy Vieira e o Raul Torres. Todos esses caras aqui fizeram e muito pela verdadeira música sertaneja no Brasil.

Claro que existem muitos outros, se eu fosse citar todos à lista seria imensa, mas não influenciaram tanto, quase não tiveram seguidores, isso não quer dizer que não tiveram a sua importância na divulgação da música sertaneja neste ciclo nesta lista citada é que os seguidores mais se identificaram.

Aqui fecha um ciclo e começa outro que estarei falando num outro seguimento.

Helena Emilia.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Reservatório no subsolo tem água isolada há 1,5 bi de anos

Geologia

Pesquisadores encontraram elementos químicos essenciais à vida em meio à substância, indicando a possibilidade da água conter microorganismos

Descoberta de uma fonte de água de mais de 1,5 bilhões de anos no Canadá
Água foi encontrada vazando em uma mina no Canadá. Semelhança entre as rochas da região e Marte levantam a possibilidade de existir água do mesmo tipo preservada nas profundezas do planeta (J Telling/Divulgação)
Cientistas anunciaram nesta quarta-feira a descoberta de elementos químicos essenciais à vida em um depósito de água com pelo menos 1,5 bilhão de anos. A água, que até agora estava isolada em bolsões subterrâneos, vaza de dutos de perfuração de uma mina a 2,4 quilômetros da superfície, no subsolo de Ontário, no Canadá. "Esta água pode ser das mais antigas do planeta e, inclusive, conter vida", informou a equipe de estudiosos. A pesquisa foi publicada na revista Nature.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Deep fracture fluids isolated in the crust since the Precambrian era

Onde foi divulgada: periódico Nature

Quem fez: G. Holland, B. Sherwood Lollar, L. Li, G. Lacrampe-Couloume, G. F. Slater e C. J. Ballentine

Instituição: Universidade de Lancaster, na Inglaterra

Dados de amostragem: Análises químicas da água liberada em uma mina nas profundezas de Ontário, no Canadá

Resultado: Os pesquisadores descobriram que a água tem pelo menos 1,5 bilhão de anos e possui os elementos químicos essenciais à vida
Cientistas britânicos e canadenses analisaram a água e descobriram que era rica em gases dissolvidos, como hidrogênio e metano, capazes de sustentar a vida microscópica não exposta ao sol por bilhões de anos — como no leito do oceano.
Ao analisar sua composição química em laboratório, os estudiosos estimaram que ela tivesse pelo menos 1,5 bilhão de anos, provavelmente mais. As rochas em sua volta datam de cerca de 2,7 bilhões de anos atrás, mas até agora não se havia pensado que a água pudesse ter a mesma idade. "Nossa descoberta é de grande interesse para os cientistas que querem compreender como os micróbios evoluem em isolamento e é central para toda a questão da origem da vida, da sustentabilidade e da vida em ambientes extremos e em outros planetas", disse Chris Ballentine, pesquisador da Universidade de Manchester e um dos autores do estudo.
Os pesquisadores também afirmaram que a similaridade entre as rochas que aprisionaram o fluido e aquelas encontradas em Marte traz a esperança de que as substâncias também possam estar nas profundezas do planeta vermelho. "As descobertas podem nos forçar a repensar quais partes do nosso planeta são capazes de sustentar a vida", acrescentaram.
Segundo Greg Holland, pesquisador da Universidade de Lancaster e autor do estudo, já foram iniciados os trabalhos para descobrir algum sinal de microorganismos na água. "Podemos ter certeza de que identificamos um caminho no qual os planetas podem criar e preservar um ambiente favorável à vida microbiana por bilhões de anos. E isto independente de quão inóspita a superfície possa ser, abrindo uma possibilidade de ambientes similares na superfície de Marte", concluiu.
(Com Agência France-Presse)

Brasileiros descobrem estrela gêmea do Sol

Espaço

Dois bilhões de anos mais velha que o Sol, a estrela CoRoT Sol 1 pode fornecer pistas sobre o futuro do Sistema Solar

CoRot Sol 1
Representação artística da gêmea solar CoRoT Sol 1 e cronologia da evolução do Sol. A CoRot Sol 1, gêmea solar mais velha já descoberta, pode ajudar nos estudos sobre o futuro do Sol (do Nascimento et al)
Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) anunciaram a descoberta da uma estrela gêmea do Sol, dois bilhões de anos mais velha. A CoRoT Sol 1, como foi chamada, é considerada um astro irmão por ter massa e composição química muito semelhantes ao Sol. Ela é a gêmea solar mais madura e distante da Via Láctea já encontrada.
Observações feitas com o uso do telescópio Subaru, operado pelo Observatório Astronômico Nacional do Japão (NAOJ), sugerem que a estrela tem cerca de 6,7 bilhões de anos, contra aproximadamente 4,5 bilhões do Sol. Dados obtidos pelo satélite CoRoT (Convection, Rotation and planetary Transits) indicam que o astro tem um período de rotação de aproximadamente 29 dias, com cinco dias para mais ou para menos, enquanto o período de rotação do Sol é estimado em 27 dias, com dois dias e meio para mais ou para menos.
A CoRoT Sol 1 se localiza na constelação de Unicórnio, a 2.700 anos-luz de distância da Terra, e seu brilho é relativamente fraco. Outras gêmeas já descobertas, mais novas do que o Sol, têm brilho 200 vezes maior do que ela.
Futuro do Sol A descoberta de uma irmã mais velha pode ajudar os pesquisadores a estudar o futuro do Sol. "Em dois bilhões de anos, quando o Sol tiver a idade atual da CoRoT Sol 1, a radiação emitida por ele deve aumentar e tornar a superfície da Terra tão quente que não haverá mais água no estado líquido", afirma José Dias do Nascimento, professor do departamento de Física Teórica e Experimental da UFRN e principal autor do estudo.
O satélite CoRoT forneceu informações sobre mais de 250.000 estrelas.  A partir desse material, os pesquisadores da UFRN criaram métodos de seleção, até reduzir o número de candidatas a gêmeas solares a quatro, para que apenas uma, a CoRoT Sol 1, fosse escolhida. O número 1 indica que os pesquisadores esperam encontrar mais astros semelhantes ao Sol. "Temos uma lista de 100 boas candidatas, além de trinta que foram descritas no artigo", explica Nascimento.
A descoberta foi descrita em um artigo intitulado The Future of the Sun: An Evolved Solar Twin Revealed by CoRoT, que foi aceito para publicação no periódico Astrophysical Journal Letters.

Leia também: Astrônomo da USP revela estrela 'gêmea' do Sol

Astrônomos descobrem novo tipo de estrela

Espaço

Pesquisadores suíços captaram imagens de aglomerado com astros que brilham periodicamente. O novo tipo de estrela ainda não tem nome

aglomerado
O aglomerado NGC 3766 está localizado a 7.000 anos-luz da Terra. Ali, os pesquisadores encontraram um novo tipo de estrela variável, que desafia as teorias astrofísicas mais aceitas (ESO)
Astrônomos suíços descobriram um novo tipo de estrela a cerca de 7.000 anos-luz da Terra. Ao longo de sete anos de observação detalhada, eles perceberam variações muito pequenas, mas periódicas, em seu brilho — algo nunca visto antes. As observações revelaram características até hoje desconhecidas em estrelas, que desafiam as teorias atuais e trazem novas questões quanto a seu funcionamento interno. A pesquisa foi publicada na revista Astronomy & Astrophysics.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Stellar variability in open clusters I. A new class of variable stars in NGC 3766

Onde foi divulgada: periódico Astronomy & Astrophysics

Quem fez: N. Mowlavi, F. Barblan, S. Saesen e L. Eyer

Instituição: Departamento de Astronomia do Observatório de Genebra

Dados de amostragem: Cerca de 3.000 estrelas do aglomerado NGC 3766, localizado a 7.000 anos-luz da Terra

Resultado: Os pesquisadores descobriram que 36 estrelas apresentavam uma variação muito pequena, mas regular, em seu brilho.
Os pesquisadores da Universidade de Genebra utilizaram o telescópio Euler, instalado no observatório de La Silla, no Chile, para observar mais de 3.000 estrelas no aglomerado estelar NGC 3766, localizado na constelação de Centauro. Utilizando a grande precisão do equipamento, eles perceberam a existência de 36 estrelas que apresentavam uma variação regular muito pequena em sua luminosidade — da ordem de 0,1% de seu brilho normal. Essas variações aconteciam periodicamente, em períodos que vão de duas a vinte horas.
Os pesquisadores já conheciam muitas estrelas cujo brilho muda ao longo do tempo — elas são chamadas de estrelas variáveis ou pulsantes. Essa mudança em sua luminosidade é causada por alterações complexas em seu interior. Para estudar esse tipo de fenômeno, os pesquisadores criaram um novo campo da astrofísica, chamado astrossismologia, no qual eles tentam descobrir as propriedades físicas das estrelas a partir das alterações em seu brilho.
No entanto, eles nunca haviam observado esse tipo de variação acontecendo de forma periódica. “A própria existência dessa nova classe de estrelas variáveis é um desafio aos astrofísicos. Os modelos teóricos atuais predizem que sua luz não deveria variar periodicamente, então nossos esforços atuais estão voltados a descobrir mais sobre o comportamento desse estranho novo tipo de estrela”, diz Sophie Saesen, uma das pesquisadoras responsáveis pela descoberta. A nova classe de estrelas ainda não foi nomeada pelos astrônomos.

Saiba mais

AGLOMERADOS ESTELARES
Aglomerados ou nuvens estelares são grupos de estrelas. São classificados em dois tipos: os aglomerados globulares e os aglomerados abertos. Os globulares são agrupamentos esféricos que podem ter milhões de estrelas, algumas bastante antigas — apenas algumas centenas de milhões de anos mais jovens que o próprio universo. Já os aglomerados abertos são grupos mais dispersos de estrelas, que geralmente têm só algumas centenas de astros, bem mais jovens do que os encontrados nos aglomerados globulares.
Precisão suíça — Os pesquisadores ainda não têm certeza do motivo que leva a essa variação periódica no brilho, mas já formularam algumas teorias. Segundo o estudo, as estrelas giram a velocidades muito altas — maiores do que a metade de sua velocidade crítica, o limite a partir do qual as estrelas se tornam instáveis e começam a jogar matéria em direção ao espaço. “Nessas condições, o giro rápido tem um grande impacto em suas propriedades internas, mas nós ainda não somos capazes de modelar esses efeitos adequadamente”, disse Nami Mowlavi, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo.
A pequena variação na luminosidade das estrelas só foi detectada por conta da alta precisão do telescópio Euler, construído pelos pesquisadores suíços. Apesar de seu tamanho pequeno, medindo apenas 1,2 metro, as observações foram duas vezes mais precisas do que as obtidas em estudos semelhantes com outros telescópios. “Nós alcançamos esse nível de sensibilidade graças à alta qualidade das observações, combinada com a análise muito cuidadosa dos dados, mas também porque desenvolvemos um longo programa de observação, que durou sete anos. Provavelmente, não conseguiríamos ter esse tempo em um telescópio maior”, diz Mowlavi.

domingo, 9 de junho de 2013

Por onde anda aquele que abriu com a chave o meu coração?

















Talvez voando numa nuvem branca pelo céu sem tamanho
Viajando no trem da vida na busca do amor que deixou no sonho
Carregando no peito a chave que prende o meu ao seu coração
Ou recriando de sua forma simples um mundo cheio de emoção...

terça-feira, 4 de junho de 2013

Existe Neste Olhar!!



 









O leve toque do teu olhar que no meu é como um espelho a se mirar
Busca tudo que a janela da alma de cortinas coloridas conseguiu guardar
As dores, os beijos, os desejos da alma, os poemas que de amor quis falar
Existe neste olhar duas verdades espelhadas, que o amor mora aqui
E que por ser belo e real o universo persiste, e a imagem que dentro dele mostra,
É de um homem que conquistou o meu coração e que por isso com amor se gosta...
Existe neste olhar toda a plenitude que se quer conquistar, no homem
De mãos brandas e carinhosas que o meu coração conseguiu roubar e do meu amor se apossar...
Existe neste olhar todas as manhãs que quero te dar, o sol para aquecer nossos corações, o vento que leva ao teu ouvido meu nome baixinho e todo o amor que colhido no peito te darei todos os dias com carinho...
Existe neste olhar a tristeza aparente, a solidão presente, a pergunta que não cala, a falta de alguém de quem se fala...
Existe neste olhar, nesta janela da vida, todas as palavras que escritas no coração, que mesmo em segredo guarda, mas que mostra-se nas entrelinhas da alma...
O leve toque na minha alma que vem do teu olhar mirando o meu
Deixa-me leve, solta, livre, apaixonada e amando tudo que é teu
Que enche de poesia o ar e que em verso e prosa se faz uma canção
Do amor de agora seja uma mão dupla ininterrupta do meu pro teu coração...
Existem raios luminosos nos olhos de quem tem no coração uma razão para viver e ser abençoada com os mistérios do amor que a vida lhe presenteou...

Helena Emília.

domingo, 2 de junho de 2013

Entrando no mês de Junho e com ele o Forró



 



Já estamos entrando no mês junho, mês de São João, e com isso, está na hora de aprender a dançar um forrozinho e fazer bonito nas festas de arrasta-pé.
Todos os anos, quando esta chegando período de junino o forró começa a aparecer, na imprensa, às academias e salões de danças ficam cheias e todo parece querer lembrar-se de como esse ritmo é delicioso.

MEU CANTINHO PREFERIDO

Minha foto
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Todos nós precisamos de Amor e Carinho




Gatinha

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